Marina W
30.9.03

Los Angeles. Actress Joan Crawford. 1959. Arnold Eve


Estou na página 87 do livro do Chico e adorando.

29.9.03
Eu pensava em como devia ser chato ler sobre assuntos que não são agradáveis - para algumas pessoas deve realmente ser - mas recebi emails de gente que se sentiu aliviada por ler aqui coisas que poderiam ser ditas por elas. Fico feliz por isso. Quero muito responder a todos mas, lembra, os vírus continuam rondando. Preciso ficar em repouso total, por isso talvez demore a passar por aqui. Vou ser madrinha de um casamento no fim de semana (imagina eu me equilibrando nos saltos!) preciso acumular energia. Acumular gasolina, pq gastei um tanque na quinta. Imprudências. Estou bem, fora o cansaço extremo. Fico com o Chico na cama (pisc*), o livro é bom mas não prende muito. Queria mandar muitos beijos, nem haveria espaço. Então vou mandar A/C da mais-que-querida Marcia A. para todos vocês. Amorosamente.

Eu gosto da coluna Ninguém Merece, das meninas da Revista de Domingo. E essa semana elas mandaram bem: Para flores do campo terem significado, só se o cara colher...

E por falar em ninguém merece, existe algo mais demodê do que os móveis futuristas do Hans Donner? Melhor dizendo, existe algo mais demodê do que Hans Donner?

28.9.03
O herói A heroína da semana: Lulu



Recadinho Passei anti-vírus e anti-spy para responder os emails. O primeiro que enviei (Leandra) voltou, apontando vírus. Que coisa.


Ricardo Van Steen


Questão de respeito A escritora Adriana Falcão define depressão como um tijolo na alma. É pouco. Eu saberia fazer definições mais precisas e verdadeiras mas não é sobre isso que eu gostaria de falar. Eu queria falar sobre o respeito à dor alheia. Todo mundo sabe que dor é uma coisa totalmente fora da moda, um sentimento que não combina com o pique que o mundo espera de nós. Me lembro da minha mãe viúva, vestida de preto por longos anos. Hoje só se compreende o pretinho para uma festinha, um coquetel. Esconda sua dor, dance, faça ginástica, beba, transe, busque a fama, fique alto astral.

Eu expus minha dor e recebi uma montanha de emails de pessoas que sofrem do mesmo mal que eu, ou já sofreram um dia. Depressão é uma doença que afeta cada vez mais às mulheres, não me pergunte pq, não sei. Recebi muitas mensagens de pessoas que passaram momentos terríveis na vida por causa da Síndrome do Pânico e é exatamente aí que eu queria chegar. Eu tenho duas amigas que sofreram com essa doença. Sofreram muito.

Me contaram sobre um filme que eu não vi, que a mulher precisa pegar o jornal em frente a porta da casa mas o porteiro deixou alguns centímetros mais longe do que o normal e ela entra em parafuso, porque não consegue alcançá-los, tenta puxá-los com os pés, não consegue andar e pegá-los normalmente, como qualquer um de nós faríamos. Isto é Sindrome do Pânico.

O que me deixa realmente chateada é a onda fashion que tomou conta dessa doença.

Uma vez eu estava numa sala de espera, havia umas seis pessoas, era uma repartição pública. De repente três delas disseram “Ah, eu já tive síndrome do pânico, é um horror” e como não bastasse a secretária tb fez questão de dar seu testemunho: “Tb tive! Não podia entrar num shopping!”. Volta e meia na Caras alguma atriz, geralmente sem contrato, declara a mesma coisa. Sorrindo ao lado da piscina, conta o quanto penou. As crises devem ser brevíssimas pq elas não somem de campo, estão sempre aparecendo nos jornais, em festas ou mostrando um novo namorado. Isto é uma falta de respeito para quem realmente teve sua vida invadida por esse problema, tão delicado e doloroso.

A mesma coisa é quando alguém me diz, “não fica assim deprê!”. Olha, deprê pra mim é você ir a uma festa e descobrir que só tem gente sem graça. Ou que o vestido que você mais gosta não está entrando mais em você. Ou um sábado que você está sem programa.

Que se respeite a dor alheia, num mundo onde ela está presente em cada esquina mas que preferimos não enxergar e desviar o olhar para a vitrine mais próxima.


Eu te amo.


A vida sempre me pega de surprise.
Elza Soares

Domingo, sete e meia da noite Na quinta saí dos limites e por isso tive que passar o restante da semana na cama, em repouso. Me falta paciência e muita. Agora tenho uma empregada que tem nome de artista de pintura ingênua e estou mais tranqüila, comida gostosa, casa limpa. Apesar dela saber que estou adoentada, morro de vergonha de ficar deitada enquanto ela trabalha, como se eu fosse uma vagabunda. Outra coisa que preciso aprender com urgência: não importa o que as pessoas vão pensar. Fui criada ouvindo a frase "O que os vizinhos vão pensar?", quando o certo seria minha mãe dizer "Se você for se preocupar com o que os outros pensam, fará muitas poucas coisas na vida". Eu teria agradecido a ela.

Helena me arranjou uma empregada, Helena orientou a empregada nos serviços domésticos, Helena viu as referências, tomou as providências em relação a tudo, me deu o telefone da Brastemp (geladeira vazando água) e o telefone de um faz- tudo (preciso de mais um varal e consertar as lâmpadas do teto da cozinha). Minha amiga. Estou aprendendo a aceitar ajuda.



25.9.03
Tempos Modernos Há meses quero ouvir a voz da Maria Rita Mariano. Um dia, faz muito tempo, Sabrina me ligou, tarde da noite, daquele jeito excitado dela, "quer ver a Elis no Mistura? Tenho convites mas tem que ser agora, rapidinho". Ela engoliu as palavras "filha da" e eu pensei que fosse aquele show sobre a vida da cantora, que a crítica meio que caiu de pau. Me deu preguiça e não fui. Depois me toquei que era a Maria Rita e lamentei muito. Mas agora, depois da overdose de matérias, artigos, críticas, reportagens, resenhas sobre ela, a impressão que eu tenho é que já ouvi, gostei e já enjoei. Fast world.

dez e meia da noite Hoje fui na Angela - é sempre revelador e nunca saio sem algum tipo de ganho. Encontrei Miriam Rios com bebê e babá estacionando o carro (isto que eu chamo de informação inútil). Depois fui almoçar com L. - um bálsamo. Se eu pudesse contar sobre o que conversamos a audiência do blog ferveria but... Fiz pé, mão e tudo aquilo que uma mulher precisa para ser chamada assim. Depois de cortar o cabelo, Marquinho esfregou o gel com as palmas das mãos sobre a minha cabeça e flocos cairam sobre meus cabelos e ombros, como se fosse dezembro em Nova York. Encontrei Denise S., minha gerente predileta e ela me contou do seu livro que vai ser lançado em novembro. A-ba-fa.

Fui na Travessa, há mais de um mês não entrava numa livraria. Deslizar a mão nas capas dos livros, tocá-los, títulos em alto-relevo, acariciá-los, isso é sem dúvida um dos prazeres da vida. Comprei o óbvio: Budapeste, do Chico. Pq folheei páginas alternadas e achei interessante todos os pedaços que li, inclusive a primeira página. Eu gostei de Estorvo, apesar de ser um livro indiferente pra mim. Benjamim comprei no sebinho mas não tive saco de ler, parece chatíssimo.



23.9.03


Ricardo Van Steen


Este blog está qualquer nota. Eu sei :\

Um conto policial de Fernando Pessoa.

O pior do mau humor

Curso em SP "Como agarrar maridos". Das outras, claro. Acho que nasci no século errado

Revoltante Glória Perez - a novelista mais chata da tevê - usar rodeio como tema da sua próxima novela. Grita aí, Rita Lee!

Concordo que o filme que deveria ir para o Oscar é O Homem que Copiava. Pra mostrar que aqui tb tem outros temas, poxa. E que nós sabemos fazer uma divertida comédia romântica.

O governo do Rio separar cem milhões para publicidade, menos do que para segurança e todo o resto é de lascar - só para fazer uma comparação, a verba destinada em SP é de 30 milhões e de Minas, 10. Até quando a cidade vai ser obrigada a engolir essa dupla de irresponsáveis? Cafonões.

O Lula está lembrando demais o Collor, cada dia um factóide, toca guitarra, joga pelada, bonés, faz piadinhas. O deslumbre ainda não passou?? E já não tava na hora do governo começar a mostrar ao que veio?


20.9.03
"Disseram que eu dei vexame bebendo champanhe no sapato de Sophia Loren. Não é verdade. Derrubei quase metade, porque ela recusava a tirar o maldito pé do sapato" Groucho Marx

19.9.03
dez e trinta, noite Dona Angústia me visita às vezes mas é educadamente branda. "A senhora aceita um chazinho com meio Rivotril?". É batata, ela não se demora, afugento os pensamentos negativos, já sei como fazer, "Vai passar". É quase férias pq A. não admite que eu faça nada e detestou a idéia de eu ter lavado a louça na segunda, depois de bater um prato de estivador, que minha prima me mandou em tapwares: dois tipos de alface, tomate, purê de batata, rosbife, farofa, arroz e feijão. Não posso fazer na-da. Tenho que me manter deitada e fazer duas refeições. Serve sanduiche? Não. Tem que ser comida. Comer e repousar. "Ordens médicas, entendeu bem?"

Depois de Ser Feliz - me diverti muito - não consegui engatar outro livro inédito, acabo relendo, que é mais fácil. Ah, sim, li um lançamento que S. ganhou, de uma uma teatróloga famosa. A estrela nua. Achei exageradamente ruim mas pelo menos era bem fino.

Obras no andar de cima, marteladas. Ouvi em algum lugar que se vc colocar um outro barulho seu cérebro vai privilegiar ouvir o que te agrada mais. Levo pra cama o radinho de pilha, Mec, música clássica. Marteladas e música clássica. Às vezes durmo, quando tenho sorte, sonho. Não me importo de ficar horas e horas deitada olhando o teto, é indolor. Antes das seis da tarde não estou pra ninguém, dez da noite já fui dormir. Não tenho forças para levantar, a não ser para tomar um banho bem quente. "Me sinto culpada, deitada, a pia cheia de pratos". "Esquece a pia, esquece tudo: pensa só na sua saúde". Tenho tanta coisa pra fazer. Esquece. Comer, dormir, às vezes sonhar.

Levo pilhas de livros para o quarto mas nenhum engata, principalmente os nunca lidos. Sem memória e burra - de tudo é o que mais me incomoda. Sra. Meia-bomba. "Parece que nunca aprendi nada, que nunca tive experiência alguma" (Isso é Clarice, por alto). O que salva é a minha fé.

Ironicamente, me sinto muito privilegiada e agradecida. As coisas são como são. Não se entra duas vezes no mesmo rio. A vida vem em ondas como o mar. Etc.

update privilegiada e agradecida é meio as uvas estão verdes, né? Menos...

17.9.03
Blá blá blá Não vou ficar falando (mais ainda) do que anda acontecendo no meu computador. Sinistróide. Exemplo: recebo umas oito mensagens devolvidas, seguidas, de gente que nunca mandei email nenhum, nem conheço. Como não quero me estressar ignoro total. Meu sonho de consumo: contratar os serviços de Kevin Mitnick. Aí eu queria ver :)

Vou voltar para as desventuras de Edwin de Valu, que está em maus lençóis.

16.9.03
O jovem nunca é levado a sério, o jovem no Brasil nunca é levado a sério.

Isso é que é Uma coisa que não falei aqui. Eu sei que grana é bom, lembro que na época que o Tom vendeu Águas de Março pra Coca-cola não critiquei ele - se é a música é dele, ele que faça como achar melhor. Mas você, Chorão? Que vacilo.

Acho que quando estiver melhor vou passar a vida respondendo emails. Ficar aqui me cansa muito, por isso quase não tenho vindo e fico pouquinho. Mas todos são lidos- abençoados sejam vocês.

Quando a gente está com problemas tudo é na base do abençoado seja, Deus é grande, Deus te proteja, Senhor eu vos peço, vocês sabem...



Adivinha o livro que eu ganhei? Uau!

13:20, terça Cansaço, cansaço. Preciso ficar em repouso e me alimentar devidamente. "Tirando a inveja que eu sinto de você", disse o médico, rio, "Eu estou brincando com você", ele diz, mesmo sem precisar. É muito sério. Preciso ficar ficar deitada, me alimentar muito bem e ignorar o resto. Ignorar o resto é que é difícil. A faxineira vem uma vez por semana e enquanto isso as pilhas de roupas sujas vão se avolumando no quarto das crianças, junto com garrafas vazias de refrigerantes e restos de comida. Dei a educação errada. Se bebem coca-cola (água? o que é isso?) e os copos acabam sendo todos usados, passam para as xícaras e quando elas já foram usadas para as xícaras de café. Faço o que posso mas o que posso é muito pouco. Fico deitada, lendo mas não consigo me desligar, "será que se alimentaram?", "tamparam a lata de Nescau?", "colocaram a roupa suja no cesto?". Minha analista não diz, educadíssima, mas pelo que compreendi, tenho que cuidar de mim, recuperar minhas forças e apertar o botão do F-se.

12.9.03
três e quinze, sexta o cansaço diabólico que sinto, mesmo que tenha ido apenas na cozinha lavar meia dúzia de copos pode ser tireóide e segunda-feira farei o exame de sangue indicado. Ao menos posso ler na cama (o que, para os que estão de fora, dá ainda mais noção de malandragem total) e reli Elegia da Mentira, P.M, que acho divertido, ótimo; e agora comecei a ler Ser Feliz*, da Cia das Letras, que ao contrário do do faz supor é um livro que debocha das publicações de auto-ajuda. Parece bastante engraçado. Coincidentemente auto-ajuda é um dos temas abordados por Patricia Melo no policial. Tenho hor-ror a esse tipo de literatura, embora eu saiba que pode ser útil para muitas pessoas. E la nave va.

Obrigada, Júlia!:)


8.9.03
Oi, Vocês Meu computador foi invadido e isto me deu um pouco de bode em relação a internet. Vim aqui pra dizer que caso alguém receba algum e-mail assinado por mim, indelicado ou grosseiro, desconsidere. Soube que está acontecendo esse tipo de coisa com outras pessoas. Isto tudo faz com que eu sinta vontade de fechar a lojinha mas não vou fechar. Até resolver esses problemas não estou mandando emails pra ninguém para evitar infectar as pessoas que me escrevem. Vou fechar pra balanço, depois eu volto. Recuse imitações :)

5.9.03
Jeeeaniiiiieeeeeeeeee!



não seria bom?


O garçom era inocente? O pobre chinês morreu? What is it? Vou dar uma olhada nos jornais pra ver o que está acontecendo além do meu umbigo.

Coloquei um parênteses no post lá de baixo, sobre Efexor & Pedro Bial, é um complemento. Sei lá, alguém pode querer ler :)

Frases erradas que nos ensinaram I

Por trás Ao lado de um grande homem há sempre uma grande mulher.

3.9.03
seis e meia

Assunto 1: Agora todos os dias, às seis da tarde, F. tem um encontro com a sua infância. A televisão está reapresentando Cavaleiros do Zodíaco. Mas não foi no outro dia que morávamos em Brasília e as crianças eram tão viciadas no desenho que até no táxi pediam para o motorista sintonizar a TV Manchete? Foi. Todas as coisas boas da vida parecem que foram ontem.

Assunto 2: Clarinha e Bê foram a festa da próxima novela das sete. Ganharam bombons e acabei de comer um, de chocolate com pimenta. Écati. Faço votos para que a telenovela não seja tão ruim.

Assunto 3: Meu computador está dominado. Essa semana o cdrom abriu sozinho e na tela apareceu uma bolota escrito Open. Desliguei correndo. No nosso computador antigo era muito comum a presença de hackers. De repente abria uma telona para diálogo e a primeira pergunta era sempre a mesma: "Você estuda aonde?" Adolescentes, bah.

O mais importante: por causa da infinidade de vírus não estou respondendo emails. Seria constrangedor causar algum prejuízo a vocês (Sem querer ser piegas nem bestinha, que mensagens tocantes mereci!)

1.9.03


Toni Frissell


É como um jogo de tabuleiro, você anda uma casa, volta duas, pula três. Perde uma jogada, anda pra trás, quatro pra frente. O importante é não parar de jogar nunca.

Segunda, meio-dia Estou comendo iogurte com cereais, queria ficar na cama, debaixo do cobertor, esperar passar, até voltar a ser eu mesma. Mas quem não queria ficar na cama com um friozinho desses? Com medo da depressão se confundir com preguiça, tomo um banho, me alimento, passo os olhos muito por alto pelos jornais. Porque Deus existe, a faxineira está aqui e preciso me preocupar apenas com os detalhes, arrumar uma gaveta, ajeitar as revistas, verificar que jornais precisam ir para o lixo. Às vezes, arrumar uma gaveta é o máximo de energia que uma pessoa tem para gastar. S. lavou a louça ontem, que foi um dia mais penoso. Mas cada dia será melhor do que o outro e isso me enche de fé.

As coisas já foram piores pra mim, no ano passado, agora tudo parece mais brando. Evito pensar pq os pensamentos são sempre ruins. Como se faz para não pensar? Fazendo tarefas, todas que puder.

Me sinto meio obrigada a passar por aqui, o que não é bom, o blog não foi feito para isso. Blog é coisa sem compromisso. Mas não quero que pensem que minha ausênsia é piora, às vezes é melhora, sinal de que estou fazendo outras coisas também. Mesmo quando eu não estiver aqui, estarei de pé (mesmo que às vezes deitada) lutando firmemente. A verdade é que o remédio me causa muito enjoo e às vezes me sinto menos desconfortável deitada, por isso o telefone me incomoda tanto.

Tantos emails com as mesmas dores. Só quem teve sabe o que é. Mando um beijo pra A.L., que sentiu tudo isso num país estranho, tão diferente do nosso, posso imaginar a aflição. Posso não. Sei.

Tive algumas depressões e essa é diferente das outras. A dor não dói tanto e foi a única que me permitiu ver a luz no fim do túnel. Sinto que ela vai ter vida bem curta. Me lembrei agora de uma coisa tão triste:

Conheci uma moça cega, que estudava para o vestibular de medicina. Eu costumava ler pra ela, aqueles livros difíceis, que ela compreendia, eu não. Um dia ela me contou que teve uma depressão e, ao sair do analista, se dirigiu a escada de incêndio do prédio e ficou lá, sentada, angustiada, deprimida. Nunca vou esquecer esta história. A depressão quando é violenta tira todos os nossos sentidos e o nosso rumo. Fico imaginando Rosemary ali, angustiada dentro da sua enorme escuridão.

Agradeço a Deus por todos os meus privilégios e sem pudor escrevo aqui como escreveria num diário de papel. Sinto vergonha de me expor tanto mas agora Inês é morta. Logo logo, renascerei. Saber disso me enche de esperança e força. Vou cuidar das minhas coisinhas. Já quis se Cindy Crawford mas agora quero ser eu mesma. Com tudo que eu tenho direito, principalmente as alegrias.

Obrigada por tudo, vocês.



sopro, golpe...


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